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quarta-feira, 14 de julho de 2010

Todos são filhos de Deus!..


Um país de católicos, é provável que estejam todos à espera de um milagre o Governo que deveria ser laico e os empresas que na sua maioria são devotos.

Caro leitor;
Assisti em sessão colectiva a Informação para divulgação da oferta formativa das Escolas de Hotelaria e Turismo, na minha opinião esta informação teve o mérito de entreter (em que eu chamaria, “entretimento para jovens a procura do primeiro emprego”) cerca de uma hora aproximadamente 100 jovens licenciados, sendo 80% deles do sexo feminino.

Perguntaram se estavam empregados e se eram licenciados, foi lhes respondido com o braço no ar: licenciados todos – que tinha curso de formação é que poderiam se escreve na escola e que o curso seria de €100 mensais. E que tinham muitas possibilidades de arranjar colocação, um dos que estava presente contrariou o formando que tinha tirado uma licenciatura ate hoje não tinha arranjado trabalho.

Agora pergunto: Onde foram gastos os milhões de euros para formação dos nossos jovens que foram anunciados pelo governo do Partido “Socialista”. E agora pedem aos pais para pagarem mais 100 euros, já não basta os pais ficarem endividados com os cursos que pagaram aos seus filhos.

Estes jovens não têm e não vão ter as mesmas oportunidades como acontece aos filhos de alguns senhores ministros, ex. Presidentes da república, deputados, embaixadores, autarcas e gestores das empresas públicas (e até algumas privadas), quando acabam os seus cursos já tem para onde ir.

Mas nós pais e amigos temos o dever (obrigação) de os apoiar e incentivar de lutar pelos seus objectivos e interesses, e de certo o vão conseguir porque todos eles são bons (inteligentes) meninos, e tem o sentido de responsabilidade pessoal.

E já agora, eu quero acreditar nos políticos, mas para isso tem que existir boas politicas, e bons políticos, neste momento estou preocupado porque temos partidos e políticos (populista) que estão interessados em classificar o País pior que ele esta, para dai tirarem dividendos e conquistarem mais votos nas próximas eleições eleitorais, não vou deixar de estar atento se for necessário de os denunciar publicamente.

A história e muito recente, o que ocorreu na Alemanha na eleição Adolfo Hitler após ter sido democraticamente eleito para liderar o governo alemão em 1933.

terça-feira, 2 de março de 2010

È a arrogância da ignorância


O Nosso país à beira-mar plantado, um clima único na Europa e talvez no mundo, o desemprego não pára de subir. Neste momento está em 10,5%, e sabendo que na Europa e nos EUA a situação é igual, cabe aos nossos políticos e empresários fazer alguma coisa, e não passarem o tempo com picardias e disputas de lugares nas empresas públicas e privadas.
Porque, os partidos que vivem à conta do orçamento têm os seus problemas resolvidos, procurando arranjar emprego para os seus familiares e amigos, e os que não tem conhecimentos, esses ficam à espera de melhores dias. Eu pressinto que vai haver na rua muita contestação, e espero, que não haja violência ou mortos, as dificuldades económicas são imensas, e os Portugueses estão fartos de fazer tantos sacrifícios.
Temos partidos e alguns políticos em Portugal, em vez de apresentar um plano para crise existente, apregoam à boca cheia que, “os emigrantes são os culpados da crise”, esses senhores não passam de uns imbecis, ignorantes e xenófobos.

quinta-feira, 10 de dezembro de 2009

Recuperação financeira do Grupo Papelaria Fernandes

Foto ao lado: Todos estes operários foram despedidos pela actual Administração

O presidente da Papelaria Fernandes, José Morgado Henriques, congratula-se com a posição da assembleia-geral de credores, que reuniu 95% de votos favoráveis à sua proposta relativa ao plano de insolvência daquele grupo de retalho.

"O Tribunal concedeu à instituição bancária dez dias para que esta possa enviar por escrito o seu voto.

Classificadas pelos credores como "quase gémeas", as duas propostas provêem de sociedades de capital de risco não identificadas, propõem um prazo de 21 anos para abater a massa insolvente e prometem a recuperação financeira do grupo.
As diferenças residem na manutenção dos postos de trabalho dos funcionários do grupo, já que apenas uma proposta estabelece essa garantia.

A opositora, representada por José Morgado Henriques, assegura unicamente 80% dos lugares.

Ficou também assente o pagamento de créditos aos trabalhadores até Janeiro de 2013 na sua totalidade, esperamos que seja cumprido.

Também polémica junto dos credores foi a questão relacionada com as lojas, com a proposta de José Morgado Henriques a garantir a manutenção das 20 lojas e até a sua expansão, e o documento defendido por Rui Delgado a propôr a redução de dois estabelecimentos e a abertura de duas lojas substitutas em Leiria e Évora.

quarta-feira, 2 de dezembro de 2009

Plano de recuperação


Hoje estive presente para assistir à apresentação do plano de recuperação, foram apresentadas alterações ao plano inicial, não me pareceu claro a fórmula como foi apresentada, por parte do administrador de insolvência na minha opinião deveria estar a defender os interesse dos credores mas pareceu estar defender outros interesses, o facto de só hoje ter recebido as propostas dos futuros investidores leva-me a concluir que o processo se vai se arrastar por mais uns logos meses se não forem anos mas vejamos:
No início de Setembro, a Lusa noticiou a existência de um plano de recuperação apresentado por um grupo de investidores para salvar o negócio de retalho da Papelaria Fernandes, que agora se sabe que é encabeçado por José Morgado Henriques, presidente e accionista da empresa com uma participação de 25 por cento no seu capital social.

Esperamos que no próximo dia 15 de Dezembro, pelas 09,15 horas data em que vai ser retomada a assembleia de credores não haja mais alterações ao plano de reestruturação, uma vez por todas que se saiba o nome do grupo de investidores e a sua credibilidade, para que possamos todos apoiar e não abstermo-nos do processo como sucedeu hoje na sua maioria dos (trabalhadores) credores.

quinta-feira, 19 de novembro de 2009

Mais um aviso à navegação!..


No comunicado enviado à CMVM, o grupo explica que este desempenho esteve condicionado "ao processo judicial de insolvência em curso e absolutamente dependente do suporte financeiro do seu principal credor. Mercê deste suporte, foi possível manter em funcionamento a rede de retalho, ainda que de forma muito restritiva e o serviço de assistência técnica reprográfica, tendo todas as demais anteriores actividades do Grupo continuado completamente paralisadas".

quinta-feira, 5 de novembro de 2009

Assembleia de crêdores do Grupo Papelaria Fernandes


Vai realizar-se a Assembleia Crêdores no dia 2 de Dezembro, pelas 10,15 horas, no Tribunal do Comércio de Lisboa - Expo, no âmbito do processo judicial de insolvência do Grupo Papelaria Fernandes. Na reunião, será votado o plano de insolvência.

"No início de Setembro a Lusa noticiou a existência de um plano de recuperação apresentado por um grupo de investidores para salvar o negócio de retalho da Papelaria Fernandes. No âmbito do plano estes ficariam com a exploração, com opção de compra, mediante o pagamento de uma renda indexada ao volume de negócios, que servirá para pagar aos credores".

Aguardamos que desta vez esclareçam o que pretendem fazer com as empresas, no fundo, quem está a sofrer com o atraso na resolução deste processo são os trabalhadores.

Não Faltem!..

terça-feira, 6 de outubro de 2009

O meu desabafo!


Um alerta para os nossos governantes, empresários e gestores de empresas, está acontecer em empregados da Papelaria Fernandes, pelo decurso de falência.
Sem nenhuma cooperação (a instituição com cerca 120 anos não tem culpa mas sim os que se tem aproveitado dela) por parte de responsáveis da empresa.

Um estudo realizado com dados do "U.S. Panel Study of Income Dynamics" sobre do comportamento económico, social e relacionado à saúde de quase 9 mil famílias americanas, aponta para um aumento de cardiovasculares (especialmente hipertensão e doenças do coração), artrite e também depressão.
A investigadora Kate Strully, socióloga da State University of New York, analisou o impacto que a perda do posto de trabalho "sem culpa" (como definiu a demissão por abolição do posto de trabalho ou falência da empresa) na saúde de empregados com diversos cargos, em áreas como gestão, operação de máquinas e serviços.
De acordo com a equipa de investigação, ao deixar de integrar uma organização, o sentimento de perda, o medo e a insegurança desencadeiam um quadro de stress, que quando é intenso ou prolongado altera a produção hormonal.
No sistema cardiovascular, tal desequilíbrio pode levar a aumento da pressão arterial, diabetes e maior risco de enfarto e derrame cerebral em pessoas com propensão para a doença.

sábado, 19 de setembro de 2009

As novas gerações


Afinal temos ou não temos jovens promissores, pois temos, mas o que fazem esses jovens que acabam as licenciaturas. Vão alistar-se no Instituto do Emprego e Formação Profissional, e passados uns meses, os serviços enviam um postal a perguntar se já arranjaram emprego. O que respondem continuam a tentar.

O país não pode (e os políticos) meter a cabeça debaixo da areia como avestruz, fazendo de contas que não tem nada que ver com esta a geração de grande qualidade aquela que está mais bem preparada de todas as gerações de Portugueses,

Texto de uma figura de referência do nosso país Dr. Mário Soares, que granjeia notoriedade, que dá muito que meditar sobre a espécie humana; “ As sociedades de hoje são muito hedonistas, egoístas e pouco solidárias. Mas as sociedades que perdem a memória e desaproveitam a sabedoria acumulada pelos mais velhos, entram, necessariamente, em, decadência. Não é o caso da sociedade portuguesa, onde os mais velhos são geralmente respeitados.”